Veja quem são os atores paraibanos no elenco do filme “O Agente Secreto”

Um ano depois do grande sucesso mundial de “Ainda Estou Aqui”, outro filme brasileiro começa a chamar atenção e vencer prêmios importantes no exterior. Desta vez, é a vez de “O Agente Secreto”, dirigido pelo pernambucano Kleber Mendonça Filho. Em 2025, “Ainda Estou Aqui” garantiu o Oscar de Melhor Atriz para Fernanda Torres. Agora, “O Agente Secreto” destaca o ator baiano Wagner Moura, que ganhou neste domingo (11) o Globo de Ouro de Melhor Ator. O filme também levou o prêmio de Melhor Filme em Língua Não Inglesa. Vale lembrar que “Ainda Estou Aqui” contou com talentos paraibanos em seu elenco, reforçando a presença do Nordeste no cinema nacional de sucesso. Enquanto o novo longa de Mendonça Filho segue sua campanha por reconhecimento internacional, a produção anterior já havia mostrado a força dos artistas da Paraíba na cena cinematográfica. Os dois filmes têm algo importante em comum: ambos se passam durante a ditadura militar no Brasil. Mas, para nós, o ponto alto de “O Agente Secreto” é que ele foi gravado no Nordeste e conta com uma verdadeira seleção de atores paraibanos no elenco. Entre eles estão Joalisson Cunha, Cely Farias, Buda Lira, Suzy Lopes e Fafa Dantas. A história do filme acompanha um professor universitário que, após uma briga com um empresário em São Paulo, volta para sua cidade natal, Recife, e assume uma nova identidade para se esconder durante o regime militar. No último domingo, a produção já começou bem a temporada de premiações ao vencer como Melhor Filme Estrangeiro no Critics Choice Awards. O longa também já havia conquistado dois prêmios importantes no Festival de Cannes do ano passado: Melhor Ator para Wagner Moura e Melhor Diretor para Kleber Mendonça Filho. “O Agente Secreto” prova, mais uma vez, que é possível fazer cinema de sucesso fora do eixo Rio-São Paulo, valorizando talentos regionais. Agora, a expectativa é que essa trajetória siga em direção ao Oscar.

Entre o farol e a mordaça: quando a Justiça apaga a vitrine e deixa o consumidor no escuro

Uma liminar que mira a impessoalidade pode acabar atingindo a transparência — e, no fim, quem paga o preço é quem mais precisa de informação: a sociedade. “Como diria George Washington, ‘quando a liberdade de expressão nos é tirada, logo poderemos ser levados, como ovelhas, mudos e silenciosos, para o abate’.” A imagem é incômoda porque não fala apenas de governos autoritários ou de censuras explícitas. Ela também serve como alerta para decisões bem-intencionadas que, na ânsia de corrigir um excesso, acabam produzindo um silêncio mais amplo do que o necessário. E é exatamente esse desconforto que a recente liminar envolvendo a divulgação de fiscalizações do Procon-JP desperta. Ao tentar conter a personalização de atos públicos, o remédio escolhido corre o risco de enfraquecer o que há de mais valioso numa política de proteção ao consumidor, que é a informação rápida, visível e compreensível para todos. Não há dúvida de que o Estado não pode virar palco de autopromoção. O princípio da impessoalidade não é enfeite de Constituição, é freio de mão para evitar que a máquina pública seja capturada por vaidades, campanhas e slogans. A publicidade estatal existe para educar, informar e orientar, não para fabricar personagens. Nesse ponto, o alerta judicial faz sentido, mas aqui, o problema é outro. Quando a resposta não corrige o excesso com precisão, mas opta por apagar o conteúdo como se a própria divulgação fosse o pecado original, abre-se uma porta perigosa. Porque, no mundo real, a fiscalização que não se vê é a fiscalização que perde força. O próprio Judiciário, quando enfrenta o tema da publicidade e da presença de autoridades em notícias sobre ações públicas, costuma sinalizar que o centro da análise não é proibir a informação, mas separar o fato-notícia do personalismo. O Tribunal de Justiça do Paraná, nos Embargos Infringentes n. 1071517-6/02 (TJPR, 4ª Câmara Cível em Composição Integral), reconheceu que, na qualidade de chefe do Executivo, a presença do prefeito em inauguração de obra ou serviço público constitui notícia e é natural que sua imagem seja registrada; o que se deve repelir, afirmou a Corte, é “o abuso”, seja pelo excesso de linguagem auto-referencial e auto-adjetiva, seja por subterfúgios personalizantes que convertam informação pública em enaltecimento do gestor e ganhos políticos. A mesma lógica aparece nos Embargos Infringentes n. 1071517-6/01 (TJPR, 4ª Câmara Cível em Composição Integral) o problema não é a publicidade existir, é ela ser sequestrada para “dádiva” simbólica do governante, criando a falsa impressão de que a benfeitoria pertence à pessoa, não à instituição. Essa moldura é decisiva para o debate atual, porque aponta uma resposta institucional mais inteligente do que o apagamento! Combater o excesso com critérios, em vez de apagar o farol. O debate foi enquadrado como uma disputa de canal entre perfil pessoal versus perfil institucional , mas a vida do consumidor não cabe nessa simplificação. A cidade não se informa por diários oficiais, nem por notas escondidas em sites que poucos acessam. A praça pública, hoje, é o feed. É ali que um alerta sobre práticas abusivas, sobre direitos básicos, sobre armadilhas recorrentes do mercado, alcança quem precisa. Quando se reduz a comunicação a ambientes de baixa circulação, não se fortalece a impessoalidade. Muitas vezes, apenas se esvazia a transparência. É como apagar o farol do litoral porque a luz incomodou alguns olhos, o brilho diminui, sim, mas os barcos passam a navegar no escuro. E, em mar revolto, quem afunda primeiro não é a embarcação poderosa, é a embarcação pequena, os ditos “homem do meio”. A história é pródiga em ensinar que informação é proteção. Desde os tempos em que a imprensa, ou melhor, a “prensa de Gutenberg” (por volta de 1450) multiplicou vozes e enfraqueceu monopólios do saber, a sociedade aprendeu, com acertos e erros, que o antídoto para abusos não costuma ser o silêncio generalizado, mas a construção de limites claros e responsabilidade por excessos. Panfletos já incendiaram multidões, jornais já erraram feio, redes sociais já amplificaram injustiças. Ainda assim, a resposta civilizatória não é tratar toda comunicação como suspeita e, diante de um problema pontual, recolher a fala coletiva para dentro de gabinetes, quando a solução vira apagamento em bloco, o medo de comunicar cresce, a coragem institucional diminui e a fiscalização perde um componente essencial que é o controle social. É importante reconhecer que liberdade de expressão não é carta branca. O STF, no Inquérito n. 4970/DF, reafirmou que ela se exerce com responsabilidade e não pode servir de escudo para práticas ILÍCITAS, o que com todo respeito, não é o caso. O precedente não é de publicidade administrativa, mas reforça a ideia de método onde restrições amplas à comunicação devem ser medidas excepcionais, justificadas por necessidade e adequação, e não respostas automáticas quando há alternativas proporcionais. Também é real o risco de fiscalizações virarem espetáculo, com adjetivos, juízo antecipado e exposição indevida de pessoas ou empresas antes da conclusão do procedimento. Mas contenção não é amputação. O TJMG, na Apelação Cível n. 1038213-00.118790-0/01, afastou promoção pessoal quando preservado o caráter educativo e informativo, ausente intuito doloso de autopromoção. No extremo oposto, o TJSC, na Apelação Cível n. 0910044-87.2013.8.24.0023, descreveu a publicidade que perde o freio, massificação, gasto elevado, proximidade eleitoral e slogan como marca de gestão, convertendo informação em louvação personalizante. A lição é simples, nem espetáculo, nem apagão! Se a preocupação é impessoalidade, há instrumentos menos drásticos do que “apagar tudo”. Vedar slogans e frases autocelebratórias, impor linguagem neutra, evitar identificação de fiscalizados em apuração, e exigir que a divulgação principal seja institucional, com eventual repercussão pessoal apenas como espelho do conteúdo oficial. E aqui cabe uma ponderação factual relevante. Segundo a própria comunicação observada pelo público, o secretário Júnior Pires costuma se apresentar e se referir nas postagens como “Procon Municipal”, destacando a atuação do órgão, e não como uma narrativa centrada na pessoa “Júnior Pires”, o que, ao menos em tese, afasta a lógica de autopromoção nominal direta. Afinal, como advertiu o TJPR nos Embargos Infringentes n. 1071517-6/02 e n. 1071517-6/01,

Famup faz balanço positivo e cita PEC fiscal como grande conquista para as prefeituras da Paraíba

A Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup) fez um balanço positivo do ano, destacando várias vitórias para as cidades do estado. A principal conquista foi a participação da Paraíba na proposta que criou a PEC da Sustentabilidade Fiscal, aprovada em setembro. A emenda ajuda a equilibrar as contas públicas, especialmente no pagamento de dívidas, dando mais estabilidade financeira e capacidade de planejamento para prefeituras e governos estaduais. A Famup, liderada por George Coelho, atuou junto à Confederação Nacional de Municípios e contou com o apoio de parlamentares paraibanos com cargos de liderança no Congresso, o que facilitou o avanço da proposta. Em 2026, os municípios já sentem os efeitos da mudança, com mais segurança no orçamento e melhor gestão. Confira outras ações realizadas pela Famup: Congresso e Feira (Confep)O Congresso Paraibano de Municípios se consolidou como um dos maiores eventos do Nordeste sobre gestão pública. Em 2026, será realizado em março, em Campina Grande, com debates sobre administração municipal, equilíbrio nas contas públicas e desenvolvimento econômico. Luta por repasses de verbasA Famup continuou trabalhando para garantir que os municípios recebam repasses justos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). A entidade ajudou na aprovação da PEC do 1% do FPM e segue pressionando pela aprovação da proposta que pode aumentar esse percentual para 1,5%, mantendo diálogo com a Câmara dos Deputados e lideranças nacionais. Mulheres na gestão públicaO Movimento de Mulheres Municipalistas ganhou força com uma nova coordenação estadual, ampliando a participação feminina na política local. A coordenação é formada por prefeitas de várias cidades, como Denise Bayma (Bom Jesus), na liderança, e outras vereadoras e gestoras em cargos de vice e secretaria. Parcerias e inovaçãoA Famup firmou parcerias com instituições como a OAB-PB e o Tribunal de Contas do Estado para promover debates sobre os desafios jurídicos das prefeituras. Além disso, a Paraíba passará a sediar em 2026 a edição do Smart City Park, evento nacional sobre cidades inteligentes e inovação, que será realizado em Campina Grande e coloca o estado em destaque nas discussões sobre o futuro das cidades.

Salário mínimo sobe para R$ 1.621 e já está em vigor; veja mudanças

O salário mínimo nacional teve um aumento e agora é de R$ 1.621. O novo valor já está em vigor e representa um reajuste de 6,79%, ou seja, R$ 103 a mais em relação ao piso anterior. O reajuste impacta diretamente milhões de trabalhadores com carteira assinada que ganham o mínimo. Também afeta aposentados e pensionistas do INSS que recebem o valor de um salário mínimo. Com a mudança, o cálculo diário do mínimo passa a ser R$ 54,04, e o valor por hora trabalhada, R$ 7,37. Além disso, o novo piso serve de base para outros benefícios, como: No total, o país tem 40,7 milhões de beneficiários de aposentadorias e outros auxílios. Desse total, 28,5 milhões recebem até um salário mínimo. Essas pessoas começarão a receber o novo valor a partir do pagamento de janeiro, que ocorre entre o fim de janeiro e o início de fevereiro. O valor final ficou um pouco abaixo da última estimativa do governo, que era de R$ 1.627. A diferença ocorre porque o cálculo do reajuste segue a inflação oficial medida pelo INPC, que ficou em 4,18% nos 12 meses até novembro.

Apostador de João Pessoa divide maior prêmio da história na Mega da Virada e leva R$ 182 milhões

Um bilhete comprado em uma lotérica de João Pessoa está entre os seis que acertaram os números da Mega Sena da Virada. O sorteio ocorreu na manhã desta quinta-feira, 1º. Os seis ganhadores vão dividir o maior prêmio da história da loteria: R$ 1,09 bilhão, o que dá cerca de R$ 181,9 milhões para cada. Os números sorteados foram: 9, 13, 21, 32, 33 e 59. A aposta premiada foi registrada em uma lotérica do bairro Mangabeira II, na zona sul da capital da Paraíba. As outras apostas vencedoras foram de Mato Grosso do Sul, São Paulo e três feitas pela internet. Além dos seis ganhadores da Mega, outras pessoas também levaram prêmios menores: 3.921 acertaram cinco números (a quina) e receberão R$ 11.931,42 cada. Já 308.315 acertaram quatro números (a quadra) e ganharão R$ 216,76 cada. Atraso no sorteioA Caixa informou que o sorteio da Mega da Virada 2025 sofreu um atraso de uma hora e só foi realizado no dia 1º de janeiro de 2026. Ele estava previsto originalmente para as 22h da quarta-feira, 31 de dezembro, e seria transmitido ao vivo nas redes sociais da instituição. O prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão gerou uma corrida às apostas. Nos canais digitais, houve picos de 120 mil transações por segundo, enquanto nas lotéricas físicas foram registradas até 4.745 transações por segundo. Antes da Mega da Virada, outros jogos da Caixa, como Quina, Lotofácil, +Milionária, Lotomania e Super Sete, também tiveram seus resultados atrasados na tarde do dia 31 de dezembro.

Calamidade administrativa em Bayeux: concurso e pagamentos são suspensos por decreto

Nova presidente da Casa, vereadora Jays de Nita (PSB), suspende concursos, contratos e repasses; medida visa revisar gestão anterior após identificar inconsistências. A Câmara Municipal de Bayeux decretou, nesta semana, estado de calamidade administrativa interna. O decreto, assinado pela nova presidente da Casa, vereadora Jays de Nita (PSB), suspende temporariamente todos os pagamentos, contratos, convênios, subvenções e concursos públicos. A medida, de caráter excepcional, tem o objetivo de revisar a gestão anterior. A decisão foi tomada após a identificação de problemas administrativos, contratuais e financeiros na Casa, que precisam ser investigados. O objetivo oficial, segundo a presidência, é “resguardar a legalidade, a moralidade administrativa e o interesse público”. Com a medida, estão paralisados os pagamentos de contratos em vigor, incluindo serviços terceirizados, aluguéis, combustíveis e outras despesas do dia a dia. Apenas serviços considerados essenciais – como energia, água, telefonia e segurança do prédio – continuam liberados. Auditoria determinará retomada Jays de Nita, que assumiu o cargo após a morte do então presidente Adriano Martins (Republicanos), também determinou uma auditoria completa na Câmara. A análise vai examinar todos os contratos, processos administrativos e folhas de pagamento. A auditoria, acompanhada pela Controladoria Interna da Casa, tem a missão de: Segundo a presidente, a medida busca “organizar a Casa, garantir transparência e assegurar que os recursos públicos estejam sendo usados de forma correta”. Cada contrato e processo será reavaliado um a um. Os pagamentos só serão retomados após o fim das análises da auditoria e da avaliação jurídica. A situação permanece indefinida até que a auditoria seja concluída e as providências administrativas e legais sejam tomadas.

João Pessoa vai receber o maior culto evangélico do Brasil no primeiro dia do ano

João Pessoa vai receber no dia 1º de janeiro o que está sendo chamado de maior culto evangélico do Brasil: o Culto das Primícias. O evento vai usar a mesma estrutura montada para o Réveillon, na orla da cidade, e deve juntar milhares de fiéis para começar o ano com fé. Esta é a segunda vez que o Culto das Primícias acontece em João Pessoa. A ideia é unir evangélicos de várias igrejas logo no início do ano novo, fazendo da Capital um lugar conhecido no país por grandes eventos religiosos. A atração musical será a dupla Canção e Louvor, muito famosa na música pentecostal. Eles escolheram João Pessoa, no primeiro semestre deste ano, para gravar o DVD de comemoração dos seus 30 anos de carreira. O culto começa às 18h30 e a pregação será do pastor Jean Kleber, da Igreja Batista Miramar, um líder cristão muito respeitado na cidade. O evento é organizado pela Associação Marcha Para Jesus e tem o apoio da Prefeitura de João Pessoa, que vai fornecer toda a estrutura: palco, som, iluminação e segurança. O Culto das Primícias agora faz parte do calendário oficial de eventos da cidade, por causa de uma lei criada pelo vereador Durval Ferreira. A iniciativa já está sendo copiada por outras cidades do Brasil, mostrando que João Pessoa é uma referência na promoção de grandes eventos religiosos.

Celebração religiosa com Frei Gilson bate recorde de público na orla da Capital

Evento religioso, que esperava receber 300 mil pessoas, levou uma grande quantidade de fiéis às praias de Cabo Branco e Tambaú, mobilizando caravanas de várias regiões. Uma multidão ocupou a orla de João Pessoa na noite deste sábado (27) durante o evento religioso “Celebra João Pessoa”. Com expectativa de reunir 300 mil pessoas, o encontro levou milhares de fiéis às praias de Cabo Branco e Tambaú, consolidando-se como um dos maiores eventos da capital. O número oficial de público ainda não foi divulgado. Organizado pela Arquidiocese da Paraíba em parceria com a Prefeitura, o evento atraiu pessoas de várias cidades paraibanas e estados vizinhos. Desde a manhã, o público já ocupava a areia perto do palco montado no Busto de Tamandaré, enfrentando o calor para garantir um bom lugar. A atração principal foi o cantor e sacerdote Frei Gilson, um dos maiores nomes da música católica do país. Ele comandou momentos de louvor e oração, fazendo a multidão cantar e rezar junta. Antes dele, outros padres como Sandro Santos e Puan Ramos, da Canção Nova, também se apresentaram. Estrutura e segurança em larga escala A grande quantidade de pessoas exigiu um esquema especial de segurança, saúde e trânsito. Equipes do Samu, Guarda Civil, Semob, Emlur e forças estaduais atuaram de forma integrada. Segundo a organização, o planejamento garantiu fluidez e atendimento rápido a qualquer ocorrência. O prefeito Cícero Lucena destacou a importância do evento para a cidade. “O Celebra João Pessoa reforça a vocação da cidade para receber grandes eventos e acolher pessoas em um clima de paz e espiritualidade”, afirmou. O arcebispo da Paraíba, Dom Manoel Delson, classificou o encontro como um momento de “forte comunhão”. Para ele, a presença maciça dos fiéis confirma a força da fé e a importância de promover esperança e união, especialmente no fim do ano. Com a grande adesão do público, o evento se consolida como um marco religioso e cultural na cidade, com expectativa de novas edições nos próximos anos.

Bares e restaurantes da Paraíba projetam aumento no faturamento no início de 2026

Uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) indica um cenário de otimismo para o setor na Paraíba. Cerca de 69% dos bares e restaurantes do estado acreditam que vão vender mais no primeiro trimestre de 2026, em comparação com o mesmo período de 2025. Esse otimismo vem do bom desempenho no fim de 2025, impulsionado pelo pagamento do 13º salário e pelo aumento do movimento de turistas. Em novembro, 40% dos estabelecimentos já operavam com lucro, outros 40% empataram nas contas e apenas 19% tiveram prejuízo. Turismo é a chave para o crescimento O impacto positivo deve ser ainda maior nas cidades turísticas, como João Pessoa e outros municípios do litoral paraibano, que recebem mais visitantes no verão. “Os resultados do fim de ano deram um fôlego importante. Muitos empresários recuperaram parte de suas margens e começam 2026 mais confiantes”, analisa a presidente da Abrasel-PB, Thâmara Cavalcanti. A expectativa também é impulsionada pelo calendário de 2026, que terá dez feriados prolongados e cinco pontos facultativos, o que deve incentivar viagens e o lazer. “Esse cenário significa mais movimento para bares e restaurantes, especialmente nas áreas turísticas”, completa Thâmara. Apesar da perspectiva positiva, a Abrasel ressalta a necessidade de manter uma gestão cuidadosa, com equilíbrio nas finanças e diálogo com o poder público, para garantir um crescimento sustentável ao longo do ano.

Paraíba terá quase 22 mil vagas no Sisu 2026

A edição de 2026 do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) vai ofertar 21.988 vagas na Paraíba, segundo dados divulgados pelo Ministério da Educação. O estado aparece entre os que concentram maior número de oportunidades no país, dentro de um total de 274.876 vagas em universidades e institutos públicos de todo o Brasil. O edital do Sisu 2026 foi publicado no Diário Oficial da União nesta terça-feira (23) e confirma que esta será a maior edição da história do programa, com participação de 136 instituições de ensino superior. As vagas estão distribuídas em mais de sete mil cursos gratuitos, ampliando o acesso ao ensino superior público. A ampliação da oferta está diretamente ligada aos investimentos federais na educação superior, incluindo recursos do Novo PAC, que fortaleceram a estrutura das universidades e permitiram a criação e consolidação de novos campi. Parte dessas novas unidades já integra a oferta de vagas do Sisu 2026. Outra novidade é que, a partir desta edição, o Sisu passará a considerar a melhor nota do Enem entre as três últimas edições (2023, 2024 e 2025). As inscrições começam em janeiro de 2026, e a expectativa é de que milhares de estudantes paraibanos disputem as vagas disponíveis no estado e em todo o país.